Steven Paul Jobs (São Francisco, Califórnia, 24 de fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia ) foi um inventor, empresário e magnata americano no setor da informática. Notabilizou-se como co-fundador, presidente e diretor executivo da Apple Inc. Foi também diretor executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar e acionista individual máximo da The Walt Disney Company.
Homem notável, sem dúvida! Realmente admirável  e que sempre trabalhou muito em idéias criativas e obteve sucesso de vendas com elas:Jobs fundou a Apple Computer em 1976 e iniciou em conjunto a criação de um projeto que iria revolucionar tudo em matéria de hardware e software :uma interface gráfica baseada por navegação de ícones, pastas e janela, tudo isso acionado por um mouse – naqueles tempos os computadores só usavam o teclado. Em 1985 Jobs foi forçado a deixar a Apple… tempos depois, ele retorna e a Apple, sob a orientação de Jobs, aumentou suas vendas significativamente depois de inovações implantadas por ele e sua equipe. Uma de suas inovações foi ramificar a Apple para além de seu mercado restrito da informática, passando a atuar na área de eletrônica, telecomunicações (iPhone, iPod,iTunes)e músicas digitais (AAC e MP3). Em junho de 2010, a Apple lançou o iPhone 4… e por aí caminhavam seus empreendimentos…fico imaginando se ele não tivesse partido…o mundo veria mais de tamanha criatividade e competência! E o melhor de tudo é que ele continuou atuante e produtivo, apesar de saber e lutar contra a doença.Uma lição: ” Enquanto há vida, há esperança!”
Mas lendo sobre a trajetória de sua vida, surge a pergunta que não quer calar: e daí?Pra quem ficou tudo isto?Ele não levou nada disso com ele…e afinal o que ele levou, o que ele deixou além de heranças palpáveis?
Penso na solidão de seus dias, lutando contra sua doença e enfrentando a impotência de resolvê-la, apesar de tanto dinheiro e poder…Em que ele pensava olhando seu império e ciente da doença? Imagino que esse cenário possa ter levado este homem a pensar:”Tenho tudo, mas não posso comprar minha cura… de que me valeu tudo isso?” Bom será saber que, em toda sua bagagem criativa, havia também um coração predisposto a fazer o bem, a amar, a semear boas sementes…estas que o dinheiro não compra e que realmente frutificam até a eternidade…
Sucesso, dinheiro e reconhecimento é o sonho de consumo de qualquer ser humano.Claro!A questão não é essa!A questão aqui é:onde está o meu tesouro (porque é lá que está o meu coração)?O que valorizo mais: Coisas ou pessoas?Acumulo bens, mas também cultivo amor, amigos,paz, ajuda, caridade…cumprindo a máxima:Coisas são para ser usadas.Pessoas, para serem amadas!Isso, sim, vale a pena!
A eternidade nos espera!A qualquer um de nós:pobres ou ricos.E o que temos semeado?!Temos acumulado bens que garantem nosso bom lugar no mundo paralelo?Ou fazemos vista grossa como se o nosso dia não fosse chegar?!
Reflito agora para mim mesma… um olhar para dentro de mim… um olhar crítico…me assusto com o que vejo…porque o que vejo ainda é pouco!

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